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iTUGGA

Blog de um português...

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A gorda do Frágil continua imparável

A RTP e o Público indicam que existem buscas na Junta de Freguesia de Arroios que estão relacionadas com “eventuais crimes económico-financeiros e usufruto pessoal de bens públicos por parte de Margarida Martins”.

Mais uma vez a ex-autarca do PS nos dois mandatos como presidente da Junta de Freguesia de Arroios, de 2013 a 2021 está em causa, assim como esteve durante a sua direcção da Associação Abraço.

Mais do mesmo...

1986 - As maiores eleições presidenciais de sempre

Decorria o ano de 1986 e com a morte súbita de Mota Pinto, a queda do bloco central e a ascensão de Cavaco Silva a líder do PSD, deu um enorme desgaste ao Governo, que era tão grande que a primeira sondagem para as Presidenciais de Mário Soares davam-lhe apenas 8%. Na direita tinha Freitas do Amaral como adversário, com o apoio do PSD e do CDS. A esquerda estava dividida entre Lourdes Pintasilgo e Salgado Zenha, apoiado pelo PCP e o PRD, de Ramalho Eanes. Um desacato na Marinha Grande  deu novo fôlego à campanha de Mário Soares e apareceu o slogan inventado por um jovem do CDS: " Soares é Fixe!", que o levou ao segundo lugar na primeira volta e empurrou Freitas do Amaral para uma segunda ronda. O grande vencedor da primeira volta foi Freitas do Amaral, com 46% dos votos, Mário Soares passou à segunda volta com 24%.

O fundador e presidente dos democratas-cristãos ganha a primeira volta e abre uma janela de optimismo nos eleitores do então PPD-PSD e do CDS, que votam maciçamente na candidatura "Pra Frente Portugal". Só que Mário Soares, que partira nas sondagens com pouco mais de 8%, alcança 25,4% à primeira volta e parte para a segunda com a difícil missão de unir a esquerda, desde logo obrigado a captar o voto dos apoiantes do PCP. E ganhou. Jamais teremos eleições assim em Portugal, renhidas, com disputas, mas leais. Nada que se compare a aprendizes de feiticeiro das eleições de 2021. Fachistas e Trotskistas aprendam com as lições do passado...

Por falar na festa do Avante, assim a vi....

(texto escrito neste blog em 2018)

"Sou dos que não sendo comunista, foi à Festa do Avante ainda no Alto da Ajuda, depois em Loures - onde hoje é o LouresShopping - e já perdi a conta das vezes que fui a Atalaia. Este ano foi mais uma, mas foi diferente. Que diferenças notei? A primeira, é que para além da festa em si e da sua vertente cultural, há coisas que nunca mudam, uma delas é o autismo doutrinário e mental dos comunistas em geral. Senão vejamos:

 

A festa do Avante é um evento de angariação de fundos, mas dá prejuízo desde 2014 - isto dos comunas serem contra o capital, só podia dar nisto.

O partido recusa-se a dar esclarecimentos sobre as falhas contabilísticas entregues à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos - andam eles a apontar o dedo aos outros por financiamentos pouco claros.

- Olham de lado os visitantes da Festa com cabelo à beto da Lapa - a que chamam cabelo à Playmobil - mas falar das "rastas" dos rapazes da juventude Comunista e consequente falta de higiene, está quieto.

- Fazem queixinhas aos seguranças dos que vendem haxixe no recinto - acho muito bem - mas pelo que traz a brisa, os consumidores do aroma marroquino, com o cartão da organização, são mais do que muitos.

- Falam tanto da liberdade de expressão e de escrita, mas proíbem a venda de determinados livros na Festa.

- Um partido que se diz do mundo, tem uma doutrina anti-europeísta e mostra-o na Festa.

 

A Festa do Avante é o reflexo da mentalidade de um partido fechado em si próprio, que julga e aponta todos os que são diferentes, enquanto grita pela torelância e igualdade... ainda bem que vou apenas pela festa." 

 

Se bem que este ano, quero que a festa se lixe. Ainda não perceberam o que motivou o cancelamento de dezenas de festivais e festas neste ano do senhor de 2020???

André Ventura propõe mudar o nome do aeroporto de Lisboa para Amália Rodrigues

André Ventura através do seu partido Chega propõe mudar o nome do aeroporto de Lisboa para Amália Rodrigues. Num projeto de resolução entregue no parlamento, este aprendiz de Salazar pede que se retire "o nome General Humberto Delgado da toponímia do aeroporto de Lisboa" e se atribua o nome da fadista Amália Rodrigues que faria por esta altura 100 anos se fosse viva.

 

Para justificar esta mudança, o deputado do Chega cita uma notícia do El País, do final de junho, que refere que a organização terrorista luso-espanhola DRIL foi responsável, em 1960, pelo assassínio de uma criança de 20 meses em São Sebastião (País Basco) inicialmente atribuído à ETA. 

Oh, aprendiz de ditador! Por esta perspectiva, quantas ruas deveriam deixar de se chamar António Oliveira Salazar??? 

A quem interessa o aeroporto do Montijo?

O Aeroporto do Montijo foi pensado para aviões lowcost, mas a ANAC já veio alertar que o tamanho da pista tem limitações para aviões mais pesados, como os da Ryanair. O projeto para o novo aeroporto prevê que a obra aumente em 390 metros a única pista que ficará em funcionamento depois da inauguração, ficando, no total, com 2.400 metros. O problema é que esse comprimento final “não dá total cumprimento aos requisitos de operação da aeronave B737-800. Em comparação a outros aeroportos nacionais, como Lisboa, Porto, Faro, Beja, Ponta Delgada e Funchal, é o novo aeroporto do Montijo que terá a pista mais curta. Para além das muito faladas questões ambientais.

 

É entendido que a construção do aeroporto do Montijo não deve ser permitida, tendo sido indicadas outras alternativas de localização, como Alverca. A questão que se levanta é a quem é que interessa tal aeroporto, existindo outros locais muito mais viáveis e sem problemas ambientais. Das mais de 1.100 exposições recebidas pela APA na fase de consulta pública deste projeto, o documento da DIA admite que apenas dez foram favoráveis ao aeroporto no Montijo, contra “a esmagadora maioria” que é contrária à sua execução. O único motivo que me lembro para fazerem tal asneira, são os terrenos de alguns amigos e primos na zona que passaram a valer milhões... nada de novo em Portugal. Compadrio é a palavra de ordem.