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Blog de um português...

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Ajude o Estado português e as empresas públicas

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Não ande comboio (na CP). Pois estão sempre avariados
Não ande de avião (na TAP). Os vôos são constantemente cancelados
Não fique doente. Não há médicos de família
Não engravide. Não há obstretas
Não dê à luz. Ao preço que está a papa...
 
Se lhe apetecer ou tiver necessidade de alguma desta coisas, conte até 10 e espere que passe (exceto as grávidas em final de tempo. Estas devem cruzar as pernas e esperar que abra a maternidade mais próxima).

Discurso de Natal do Primeiro-Ministro

Não é a primeira vez que numa mensagem de Natal António Costa elege um único tema para comunicar com os portugueses. O mesmo já acontecera em 2016, quando escolheu a Educação. Esta intervenção de Natal monotemática é mais do mesmo.

Falando a sério, onde está a mensagem de Natal? Tudo espremido o que é que sai daquele momento de propaganda mal-amanhada? Somos todos burros senhor Primeiro-Ministro?

O Governo do "jobs for the boys" que tomou posse hoje

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(by: Henricartoon)

 

O des-Governo que agora foi nomeado é o maior desde 1976. Deixou de ser uma geringonça e passou a ser um gigantone feio e grande. São 19 ministérios, 50 secretários de Estado que darão origem a 70 gabinetes - cada um com 5 a 15 boys - e que custaram aos portugueses 70 milhões de euros.

 

Mas um Governo grande, não é um grande Governo. Se há coisas em que o tamanho interessa não é com certeza no Governo. O "tamanho" deste Governo de de tal forma colossal que devia tomar posse no Estádio acional e não no Palácio Nacinal da Ajuda como é habitual. Os Ministros serão tantos, assim como os secretários de Estado que se irão atropelar uns aos outros durante a legislatura. Haverá alturas que ninguém saberá quem manda em quê. Um verdadeiro cacique que acaba em "job for the boys". Talvez com a excepção  da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, que não é militante do Partido Xuxalista. Este será um Governo de minoria, com a maioria de sempre nos gabinetes...

Programa da Cristina Ferreira

O programa do povo singelo e verdadeiro convida a nata da política nacional. O que levanta a questão: o que a direita tem para oferecer às pessoas? Atum em lata - segundo Assunção Cristas. E a Geringonça? Uma cataplana de marisco - segundo António Costa. O que você prefere, comer uma lata de atum com arroz ou comer marisco?

 

Pense nisso até às eleições...

2019 é o ano do fim da geringonça

01.11_costa-antónio-expresso.jpg(António, http://expresso.sapo.pt)

 

2019 é o ano do fim da “gerigonça”. A esquerda maioritária desmarcou-se dos parceiros logo que foi aprovado o último Orçamento da legislaturade Costa.

 

A união que derrotou o vencedor das eleições legislativas em 2015, já libertou os laços da “geringonça”. Apartir de hoje - 1 de janeiro - vêm aí 9 meses de campanha eleitoral contínua. Primeiro para as europeias a 26 de maio, depois para as legislativas de 6 outubro. Serão praticamente nove meses consecutivos de candidaturas, promessas, aldrabices, muitos quilómetros e comícios de rua. Nestes 9 meses, o Governo de Costa terá de fazer esquecer a sua péssima imagem relativa a Pedrógrão, Tancos ou Borba. Terá ainda de sacudir várias pedras que tem no sapato: Lei laboral, professores, SNS, para não falar das greves que os vários setores vão promover durante o ano. 

 

António Costa vai ter um ano difícil, apesar de estar habituado a sacudir a água do capote. Que a incompetente oposição faça o que lhe compete. Feliz 2019...

O Governo faz três anos

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Origem da imagem: aqui

 

No dia 4 de outubro de 2015 o PS perdia as eleições legislativas, mas com "papas e bolos" arranjou uma geringonça que elevou António Costa a Primeiro Ministro apesar de derrotado. Nesta gerinçonça a três vozes, onde o PS manda às vezes, o PCP governa-se mal e o BE polícia com a sua moral hipócrita, os contribuintes são enganados, para daqui a um tempo lhes ser pedido que façam mais um esforço. Tudo enquanto o PR tira selfies com metado do país.

 

A pseudo folga orçamental que vive à custa de uma conjuntura externa favorável deu origem a um sistema de socialismo-estatismo  que é apresentado como modelo ideal, moralmente superior e constitucionalmente correcto, mas que vai esmorecer logo que a realidade bata à porta e mais uma vez nos leve à austeridade.

 

Os políticos que estão agora no poder foram contra a austeridade durante o tempo em que estavam na oposição. Aproveitando a oportunidade - a austeridade -  facilmente apontavam o dedo. Agora, que estão no poder, não podem dizer que aquilo que andaram a fazer na altura foi oportunismo político. Logo, não podem levantar a questão da austeridade para não realizar o que prometeram. Continuam com a asneirada política enquanto deviam aproveitar o momento para fazer reformas estruturais.

 

Como se sai disto? Com outras políticas. Com 250 mil milhões de dívida pública, esperamos que um novo pedido de resgate resolva o assunto...