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Le Pen e a Web Summit

O nome de Marine Le Pen, líder do partido francês Frente Nacional, apareceu na semana passada entre os 1200 oradores da Web Summit, entretanto foi retirado por uns dias, mas já regressou à lista dos oradores da Web Summit.

 

Esta suposta presença da política de extrema-direita francesa está a motivar críticas de vários quadrantes da sociedade, sendo o eurodeputado Rui Tavares e o deputado socialista João Galamba os maiores opositores da vinda de Marine Le Pen a Portugal. Também o SOS Racismo sublinha que “o racismo não é uma opinião” e que, por isso, condena que a líder da extrema-direita francesa tenha sido convidada. 

 

Ainda não percebi o que motiva o convite a Le Pen para a Web Summit: Ser líder da extrema direita francesa? Representar 33,90% dos franceses? Pelo seu elevado talento oratório? Ou será uma manobra publicitária do evento!? Penso que de tecnologia não saberá muito e de empreendorismo, só se for na variante de maus tratos a outras culturas.

 

Como disse um amigo meu - "É claro que a Le Pen vem à Web Summit. A nossa sorte é não haver fascistas chamados Drive, USB e Wi-Fi senão também vinham". Que raio de trocadilho foi ele arranjar...

6 comentários

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    Sarin 14.08.2018 23:30

    Dar por isso alguns dão; mas esses são bem-comportados, não motivam nem atraem os descontentes e os órfãos ideológicos que se sentem excluídos no seu próprio país. Estes últimos é que contam e é a estes que é preciso mostrar o outro lado do discurso nacionalista.
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    Zé Gato 15.08.2018 12:02

    Atraindo os órfãos da doutrina ou não no ano passada existiram desacatos com uns chega para lá a funcionários de cor do Centro de Congressos....
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    Sarin 15.08.2018 13:27

    Desconhecia.

    Mas, Pedro, e falo por ter assistido, há desacatos cuja primeira pedra sai da boca dos supostos oprimidos. Não sei se foi o caso, mas vi um bando de queques monárquicos ser insultado por um bando de tartes de extrema-esquerda, e o resultado foi um piquenique de formigas. Em todos os quadrantes há os que gostam de insulto e pancadaria e os que preferem o diálogo recusando entrar em confronto que não de projectos... hormonas, talvez. Muita falta de hormonas na escola :)
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    Zé Gato 15.08.2018 14:05

    Concordo. Com o devido respeito, chamo a isso "síndroma da pila pequena", são tão pequeninos que sentem necessidade de deitar os outros abaixo. É isso que as doutrinas mais radicais usam para ganhar apoiantes.... sejam de esquerda ou direita.

    Por exemplo, relembramos sempre com tristeza as políticas maquiavélicas de Hitler, mas esquecemos-nos que Estaline ainda foi pior. Não sei se é um problema cultural ou do ensino em Portugal, mas os milhões que morreram por ordem de Estaline nunca são lembrados... assim é nos grupos extremistas, lembramos-nos da extrema direita e esquecemos-nos dos seus homólogos de esquerda.
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    Sarin 15.08.2018 14:36

    Os milhões de Estaline não se aprendem na escola porque foram milhões portas-adentro. Que ditaduras estudamos na escola, afinal? Nenhuma, nem o Estado Novo, sequer; e de Hitler falamos por causa da Segunda Guerra Mundial...
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