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iTUGGA

Blog de um português...

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CP - situação de colapso

Há uma "situação de colapso" nos transportes ferroviários com consequências nos horários, manutenção e número de comboios em funcionamento, a comprovar isso está a suspenção no fim de semana passado da venda de bilhetes para viagens de longa distância (alfa pendular), devido a problemas no ar condicionado. A par disso surgem notícias que a administração está de saída.

 

Ou seja, tecnicamente e economicamente a CP é capaz de ser a pior empresa portuguesa e não apenas a pior empresa pública. O prejuízo que acumula todos os anos com a ineficiência que salta à vista, são prova disso mesmo.

 

O que irão fazer com a CP?

Deixem-me adivinhar : a empresa será vendida a um fundo, através de um "boy" do governo que será intermediário do negócio, com umas cláusulas no contrato de venda que diz qualquer coisa do tipo : Se der lucro é para os acionistas, se der merda...o governo paga. É este o futuro da CP. Querem apostar?

Eucaliptos - o mal maior

O eucalipto, árvore originária da Austrália, é a campeã da floresta portuguesa. À semelhança dos anos anteriores, foi a espécie mais usada em arborizações e rearborizações em Portugal no ano de 2017. De acordo com o último relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas foram plantados 18 mil hectares de eucalipto. Pode-se concluir que pouco se aprendeu com os incêndios de 2017.

 

Recordo que o Parlamento aprovou uma lei, depois dos fogos de Pedrógão Grande, que proibe novas plantações de eucaliptos em áreas onde estes não existiam, a partir de janeiro de 2018. Na maior parte dos casos foi feita tábua rasa da lei e plantaram-se eucaliptos em todo o lado. As atitudes são as mesmas apesar da obrigação de limpeza das matas. Compreendo que o eucalipto dê emprego a muita gente em zonas onde o desemprego é um flagelo e que dê dinheiro a alguns, mas não podemos continuar a usar a floresta desta maneira com esta árvore. Temos de encontar soluções.

 

Um dos maiores empresários de madeira de Pedrógrão Grande - Vitor Managil - afirma em público: "jamais deixarei de plantar eucaliptos, pois é dessa madeira que tiro o sustento e crio emprego numa zona em que os empregos são poucos." A luta é inglória. Quantas pessoas precisam de morrer? Quantos hectares têm de arder? Quantas casas têm de ficar reduzidas a cinzas para o governo tomar atitudes sérias e fortes em relação à "praga dos eucaliptos"? Entretanto Portugal continua a arder.... 

 

Portugal a arder

Os incêndios mais trágicos que Portugal viveu fazem agora cerca de um ano. E o que mudou entretanto? No combate, ainda faltam meios. Na prevenção, avançou-se aos poucos. A floresta demora tempo e recursos. A rede de comunicações SIRESP ganhou novas antenas e donos.

 

Como no ano passado, a Protecção Civil continua mais preocupada em ocultar a sua incapacidade do que em informar a população do que se está a passar, o que torna a incerteza o sentimento dominante da população.

 

Entretanto, Portugal continua a arder...

O novo partido de Santana Lopes

O partido de Santana Lopes tem tantas hipóteses de singrar como teve o partido Nova Democracia, de Manuel Monteiro ou noutro espectro político o Livre de Rui Tavares. Todos eles apenas oferecem aos eleitores o desgosto de alguém que pertenceu a outro partido e já não era reconhecido.

 

Da mesma forma que o partido de Manuel Monteiro ou Rui Tavares apenas tiveram nas urnas o efeito novidade, o partido da Santana Lopes não irá fazer melhor. Os 1,9% de uma sondagem ou os 4,8 de outra que dão a esse novo partido, não dão absolutamente para nada. O único partido em volta de uma personalidade que teve resultados significativos em Portugal foi o PRD que tinha o General Ramalho Eanes como "cabeça de cartaz".

 

Quando Santana Lopes perceber no buraco em que se meteu, como não vai querer voltar ao PSD, sairá da vida política nacional. Entretanto, afunda-se no seu ego enquanto alguns no PSD esfregam as mãos de contentamento por se verem livres dele.

 

Portugal não precisa de um novo partido...

Catarina Martins e a falcatrua no seu alojamento local

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A coordenadora do BE detém uma posição minoritária numa empresa de alojamento local situada no Sabugal que é gerida pelo marido e pela sogra. Mas nem tudo está bem....

 

O licenciamento do alojamento local de Catarina Martins, junto da autoridade pública competente está licenciado (licença 7279/AL) para 4 pessoas. Nas plataformas digitais está anunciado com uma lotação para 10 pessoas e em outra para 8 pessoas. Na descrição aparecem 4 sofás cama e duas camas de casal. Ou seja, pagam a licença para quatro pessoas, mas recebem 10, que belo negócio.

 

São 5 as casas da empresa, mas apenas uma está registada como alojamento local...

alojamento local.jpg

 

E assim se foge às taxas, e taxinhas e impostos que tanto gostam de aplicar aos outros...

Eu gosto é do verão

Verão, aquela estação do ano conhecida como "silly season" das redes sociais e pelo "retorno" do avecs. Época de estar de "papo para o ar" enquanto se tira uma selfie para mostrar o quanto estamos a caminhar para o cancro de pele devido ao torrar do sol. 

 

Já ninguém conta como foram as férias nos primeiros dias de trabalho, agora conta-se "on time" nas redes sociais. Antigamente mandavam-se postais das férias. Hoje mandam-se nudes na piscina ou fotografias do almoço no restaurante da zona com emotions a salivar.

 

O verão mudou, antigamente ia de férias e descansava dos visinhos e de amigos mais chatos, hoje estamos com eles 24 horas por dia, mesmo que estejamos nas ilhas Maurícias. As férias eram passadas em família e com alguns amigos mais chegados, hoje levamos os visinhos, os amigos, os colegas de trabalho e mais alguns desconhecidos que são amigos no facebook.

 

Eu gosto do verão, até porque na Picha (Pedrógrão Grande) não há rede...

Quechua - marca dos pobres vs marca dos ricos

quechua.jpg

 

 

Por causa de um twite da vereadora do PSD na CML, Sofia Vale Rocha acerca de Ricardo Robles em que cataloga quem usa a marca Quechua como pobre, as redes sociais responderam com teorias. Esta é a minha:

 

Um gajo veste uma camisola Quechua e habilita-se a que pensem que ele é pobre. É normal. Eu uso ténis Merrell e pensam que sou rico. Errado, sou mais teso que os tesos. Mas lá está, a mentalidade portuguesa de julgar os outros pela aparência...

Táxi vs Uber - gulodice de quem?

Os taxistas convocam uma manifestação para 11 de setembro por tempo indeterminado e ponderam avançar para a greve! Por mim tudo bem, desde que os motoristas dos camiões da Super Bock e da Sagres não adiram, façam o que quiserem...

 

Voltando ao assunto, a tecnologia democratizou o acesso ao transporte. Chamar um carro através de uma aplicação sempre que quiser e onde estiver é comum nos dias de hoje. São os avanços que a internet e o smartphone tornaram possível.

 

Perante estas mudanças no transporte urbano de passageiros, a regulamentação dos táxis passou a estar obsoleta. As regras estão ultrapassadas e prejudicam a concorrência entre táxis e Ubers, mas longe de restringir o direito de escolha dos passageiros.

 

Taxistas reclamam "competição desleal" pela falta de custos e limitações impostas à Uber. Mas a Uber sublinha que não deve ser tratada como uma companhia de transportes. Com argumentos de cada parte, todos têm carros a circular pelas ruas portuguesas.

 

 

A solução? Não sei, mas já experimentaram criar uma única aplicação idêntica para táxis, em vez de quatro aplicações para o mesmo (já foram sete)? Creio que isto denota a gulodise de alguém...

Turistas vão começar a aparecer nas finanças?

Quantas vezes já pensou que nas suas viagens gostava de não ficar confinado aos locais turísticos habituais? Gostava de frequentar aqueles locais que só os locais conhecem. Cinco jovens desenvolvem  a ToGather, uma aplicação para pôr turistas a visitar os locais frequentados pelos residentes.

 

Percebo a ideia, mas pelo andar da "coisa" ainda mandam os turistas para as finanças....

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